MUDA
- RafaelCiampi
- 2 de set. de 2020
- 3 min de leitura
Estou aqui, para explicar que a interrupção momentânea das postagens, ocorreu por uma série de situações, que se eu explicar de forma adequada, num texto simples e claro, desperdiçarei vários temas para diversas crônicas futuras, que me parecem uma forma bem mais interessante de contá-las.
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Com uma certa regularidade, eu sismo com alguma expressão em português. (Dizendo assim, parece que eu entendo muito de português e sou, também, poliglota.)
A pessoa do sexo feminino que não fala pode ser chamada de muda. (sem entrar no mérito do que é sexo pois, atualmente, a discussão de gênero causa muita polêmica. Não vou discutir, também, o motivo do silêncio feminino, nem, tampouco, a sua existência, ainda mais polêmica.)
Muda, também, é o nome que se dá a uma planta, em fase embrionária (se é que não estou causando mais polêmica com essa extensão do conceito).
Muda pode, inclusive, ser uma flexão do verbo mudar, que é alterar (simplificando o máximo o contexto, mas sabendo que estou começando a esbarrar demais na polêmica, que luto desde o início desse manso texto, para evitar).
O fato é que a minha página permaneceu muda (sem postagens), por um tempo, pois a muda (início de nova empreitada) que plantei, vingou, o que muda (altera) grande parte da minha vida.
Repensar, fazer diferente, buscar o novo, trocar a mobília, pintar a parede, mudar de endereço, desenvolver outro ofício ou novos interesses nos momentos de ócios deste. (ah, desculpe, não resisti à tentação de deixar esse trocadilho subentendido). Acho que se você não está plenamente satisfeito, merece uma revisão. Aliás, o simples organizar de uma prateleira pode ser muito vantajoso. Fiz isso, recentemente (elevado a “n”, na verdade), aconselho a virada de página.
Estou aqui, para explicar que a interrupção momentânea das postagens, ocorreu por uma série de situações, que se eu explicar de forma adequada, num texto simples e claro, desperdiçarei vários temas para diversas crônicas futuras, que me parecem uma forma bem mais interessante de contá-las.
Como continuo achando que meus simplórios textos, postados duas vezes na semana são uma forma de amenizar o momento terrível que vivemos. (Sério, virou uma espécie de missão entretê-los com minhas parcas palavras. E, sim, fico com a sensação que, de alguma forma, contribuo na luta que todos enfrentamos. Mesmo que seja apenas um descanso, uma distração. O mais interessante é que, segundo a plataforma onde divulgo os textos, o tempo de leitura médio é de uns 3 minutos. Aí, lá vou eu fazer minhas análises, quero acreditar que meus textos despretensiosos, de 3 minutos de leitura, publicados duas vezes na semana, podem mudar, ou amenizar o humor que de quem os lê. Ou seja, um texto de 3 minutos, causa um efeito de uns 3 dias. Cara, nem rivotril faz isso!! Deixa eu voltar para o texto, pois estou começando a fugir do tema... começando?? ... mais polêmica!). Daí a necessidade de prestar esclarecimentos (tão claros quanto as asas da graúna) sobre essa interrupção. Antigamente, diria: “Estivemos fora do ar, por motivos de ordem técnica. Voltamos, agora, à nossa programação normal”. (Assim mesmo, com esse monte de vírgulas, que usávamos no Século XX).
Agosto, o mês do azar, trouxe bons agouros e setembro prenuncia boas novas. Portanto, agradeço a compreensão de todos os que me acompanham, nas mídias sociais, ou diretamente pelo blog. Volto a cumprir minha parte do acordo. E vocês, cuidem-se! Vocês são muito poucos, para eu começar a perdê-los para o vírus (Muito especiais! Quis dizer, MUITO ESPECIAIS!!!!).
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